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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Identificadas zonas do genoma que controlam expressão genética

28-01-2008


Zonas promotoras do genoma, que controlam a expressão dos genes, são identificadas graças à capacidade de cálculo de um supercomputador. Novo método pode fazer avanços em doenças como o cancro.
Permitiu que se identificasse, pela primeira vez, uma zona secreta do genoma que controla quando e em que tecido se expressam determinados genes.




«Um novo método de previsão das regiões promotoras com base em simulações de dinâmica atómica molecular de pequenos oligonucleótidos (pequenas sequências de ADN ou RNA) foi desenvolvido», escrevem os cientistas no artigo publicado na Genome Biology. «O método funciona independentemente da conservação da estrutura do gene e da presença de características da sequência detectáveis», referem os cientistas e adiantam que, «os resultados obtidos com o nosso método confirmam a existência de um código físico secreto que modela a expressão do genoma».



«Muitos tipos de cancro são provocados directa ou indirectamente por uma pobre regulação da expressão de certos genes que controlam o crescimento celular (oncogenese)», explica David Torrents, investigador principal do RB Barcelona.



O especialista adianta que, «para compreender esta má regulação, é necessário determinar a localização dos promotores que regulam estes genes».



Todos nós sabemos que o cancro aparece devido a uma má regulação e devido à tranformação de proto-oncogenes em oncogenes, que por sua vez estimulam exageradamente a poliferação das células. Se os cientistas determinarem a "localização dos promotores regulam estes genes".

Através deste novo método os cientistas conseguem determinar de forma mais eficaz as propriedades físicas do DNA a nível genómico. Para além disso, poderão vir a compreender melhor a estrutura do DNA e estabelecer as bases moleculares de doenças como o cancro, referido na noticia.



Retirado de: http://www.tvciencia.pt/tvcnot/pagnot/tvcnot01.asp

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Avó dá à luz netos gémeos




A enfermeira pernambucana Rosinete Serrão, de 51 anos, vai dar à luz os próprios netos, depois de um implante, no início do ano, de embriões da filha, a doméstica Cláudia Michele (27), fertilizados in vitro numa clínica particular do Recife, no Brasil.

Segundo o médico responsável pela fertilização, Cláudio Ribeiro, «o caso é inédito no mundo», já que «não há registo de gémeos gerados pela mãe doadora dos óvulos». Agora, a doméstica está a semanas de concretizar o sonho de ser mãe. A esperança surgiu quando o médico Cláudio Ribeiro, também director do Centro de Reprodução Humana de Pernambuco, lhe disse que a solução seria a gravidez de substituição – mais conhecida por «barriga de aluguer».



«Nós reunimos eu, meu marido, minha mãe e meu pai, e ela aceitou na hora», confessa. Nessa altura, os óvulos de Cláudia foram recolhidos para fecundação in vitro com os espermatozóides do marido. Quatro embriões foram seleccionados e introduzidos no útero da avó, que já tem três filhos adultos e um neto.



«Embora Rosinete tenha boas condições de saúde, por ter mais de 50 anos, a gravidez é de risco», adianta Ribeiro, acrescentando que «existia a possibilidade de ter hipertensão ou diabetes, por isso o acompanhamento foi minucioso».



António Bento e Vítor Gabriel são os nomes dos gémeos que vão ter leite materno a dobrar, já que a Cláudia também fez tratamento para amamentar os filhos.

Retirado de: Revista "Sol"


Aqui podemos ver um caso veridico de como a ciência e a técnica in vitro podem ser uteis para ajudar nestes pequenos problemas da nossa humanidade. E que por vezes vale a pena, estes métodos apesar de os riscos serem grandes.



terça-feira, 2 de outubro de 2007

Será que hoje em dia ser pai é um sonho?

Cerca de 25 por cento dos homens apenas sonham em serem pais


Ser pai. Uma experiência única para uns, um sonho difícil de concretizar para ce
rca de 25 por cento dos homens. A infertilidade masculina é, cada vez mais, uma realidade presente na vida de alguns casais. As causas são:

  • a falta de mobilidade dos espermatozóides;

  • idade do homem e da mulher;

  • frequência e técnica do coito;

  • uso de lubrificantes vaginais;

  • poluição;

  • coexistência de algumas doenças;

  • e outras tantas causas desconhecidas.

"A infertilidade afecta um número crescente de indivíduos, pensando-se que defeitos na mobilidade do esperma sejam um factor importante em muitos casos. Novas abordagens bioquímicas e moleculares têm revelado importantes detalhes do controlo da mobilidade dos espermatozóides e da (in)fertilidade, em várias espécies de mamíferos. Assim, o foco principal da nossa investigação tem incidido sobre o papel que a proteína PP1 tem na integração das acções de diversos mediadores na modulação da mobilidade dos espermatozóides e na (in)fertilidade", refere o professor. A investigação conduzida tem desenvolvido um "trabalho de caracterização da regulação bioquímica das suas funções, nomeadamente ao nível das bases moleculares da mobilidade do esperma em relação a complexos de sinalização de PP1 e ao seu papel na (in)fertilidade".



Retirado de: http://pesquisa.sapo.pt/?q=infertilidade&barra=noticias&filter=&channel=noticias&sortby=-pubdatetime%2B-news



Decidi colocar esta noticia na continuação da publicada no dia 27 de setembro, quis perceber e mostrar melhor às outras pessoas que não só os telemoveis podem causar infertilidade mas que há muitos outros factores com que o homem se deve precaver, porque como dizem os estudos hoje em dia 25% dos homens são inferteis, e na minha opinião e pelo pouco que sei hoje em dia não é só a preocupação de não serem pais, mas sim a humilhação como homens. Quero finalizar dizendo que para tudo isto há solução.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Telemóveis afectam esperma

  • Utilização excessiva diminui qualidade dos espermatozóides
O uso exagerado de telemóveis, mais de quatro horas por dia, pode danificar a fertilidade dos homens, revela um estudo da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, segundo o site BBC News.

Ao fazerem um estudo que envolvia 364 homens. Conclui-se que aqueles que usaram o telemóvel mais de quatro horas por dia tinham menos espermatozóides, com menor movimento e com qualidade inferior.

No entanto, um especialista britânico diz ser improvável que a culpa seja dos telemóveis mas sim devido ao sedentarismo. Os testes foram efectuados em homens que já estavam a ser tratados por problemas de infertilidade.


O responsável pela pesquisa, Ashok Agarwal, afirmou que:



«As pessoas usam os telemóveis sem pensarem duas vezes e nas consequências que pode haver. Usam-no como uma escova de dentes, mas os efeitos podem ser devastadores», afirmou o cientista.»



Decidi debater sobre este assunto e achei importante porque o professor mencionou nas aulas e porque a infertilidade e os telemoveis são temas muito actuais e da nossa preocupação. Como tinhamos mencionado nas aulas o facto de antigamente o motor dos camiões ser perto do condutor e os orgaos sexuais deste receber o calor e ao aquecerem poderem vir a ter problemas de infertilidade. Hoje em dia podemos debater-nos com o facto dos telemoveis também serem um problema para a infertilidade.